Quero que o meu coração finalmente descanse.
Quero parar de pensar no como seria porque ele nunca será.
Quero parar de pensar no como foi porque ele não é mais.
Quero ter paz.
Quero poder ser sem medo.
Quero um pouco mais de paciência.
Quero que as interrogações se enforquem em suas voltas e se calem no seu ponto.
Quero um ombro pros dias em que os meus são decepados.
Quero que as pessoas parem de olhar pros seus umbigos e olhem pras mãos estendidas nas ruas.
Quero que o bem seja feito independente de quem.
Quero que as bolsas, óculos escuros e saltos desapareçam na sua própria futilidade.
Quero que a graça e o amor transformem a minha sociedade.
Quero levantar minha bandeira.
Quero trazer à memória aquilo que me dá esperança.
Quero um olhar doce e um sorriso.
Quero a constância daquele que me dá plenitude.
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10 de abril de 2010
17 de março de 2010
Do gostar

Eu gosto de café, de cafés, de mate
De livros, livraria, poesia
De chocolate, chocolate, chocolate
De música, fotografia, arte.
Eu gosto de risos, abraços, companhia
De chuva, sol, mar
De música, melodia, alegria
De olhar, amar, calar.
Eu gosto de cheiro, pudor, sentimento
De falar, falar, falar
De água, fogo, vento
De amigos, família, gente.
Eu gosto de chinelos, fitas, flores
De sushi, panqueca, açaí
De perfumes, gracinhas, cores
De não-pensar, não-correr, não-sofrer.
Eu gosto de Deus, de Deus, de Deus
De tentar, conhecer, expressar
Esse amor, esse amor, esse amor
Que é meu, que é seu, é só provar.
5 de fevereiro de 2010
Projeto João Pessoa 2010

"Em pleno mês de janeiro
Um povo muito faceiro
Vindo de tudo que é canto
Se aprumou na Paraíba
Trazendo um riso cantado
Esse povo iluminado
Vai gritando aos quatro cantos
O Autor da nossa vida
Numa tal conexão
Alinhando coração
No campus então se ouvia
A verdade que ressoa
E um mundaréu vai sorrindo
Quando se vê descobrindo
Que Jesus Cristo alumia
Mais que o sol de João Pessoa..."
ATÉ QUE CADA ESTUDANTE CONHEÇA ALGUÉM QUE VERDADEIRAMENTE SEGUE A CRISTO.
Um povo muito faceiro
Vindo de tudo que é canto
Se aprumou na Paraíba
Trazendo um riso cantado
Esse povo iluminado
Vai gritando aos quatro cantos
O Autor da nossa vida
Numa tal conexão
Alinhando coração
No campus então se ouvia
A verdade que ressoa
E um mundaréu vai sorrindo
Quando se vê descobrindo
Que Jesus Cristo alumia
Mais que o sol de João Pessoa..."
ATÉ QUE CADA ESTUDANTE CONHEÇA ALGUÉM QUE VERDADEIRAMENTE SEGUE A CRISTO.
25 de dezembro de 2009
Trocando de pele
Pele doente, demente, fraca
Pele sem alma, sem calma, na palma
Da minha mão,
Que já não existe mais.
Tão inconstante, mutante.
Pele
Sem alma,
Sem rumo.
Sentido?
Nenhum.
Pele inflamada, queimada pela inconstância
Pela dor, pelo amor
Pela falta da presença.
Falta vazia,
Falta que me mata.
Nada leva a falta embora,
Nem as lágrimas, nem a dor, nem as lembranças.
Falta que tem de encontrar outro lar.
Falta que me faz tropeçar e amargar.
A luz que me deixa cega
Faz meus joelhos se dobrarem.
Paralisia.
Posição de humilhação;
Posição de redenção.
Chega de manuais,
De horas marcadas,
De previsibilidade,
De saber.
Não entender.
Viver
A autenticidade que falta.
Viver
A liberdade dada.
Falta, falta, falta.
Pele, pele, pele.
Troca a pele.
Falta some.
Não falta.
Não pele.
Trocando de pele.
Pele sem alma, sem calma, na palma
Da minha mão,
Que já não existe mais.
Tão inconstante, mutante.
Pele
Sem alma,
Sem rumo.
Sentido?
Nenhum.
Pele inflamada, queimada pela inconstância
Pela dor, pelo amor
Pela falta da presença.
Falta vazia,
Falta que me mata.
Nada leva a falta embora,
Nem as lágrimas, nem a dor, nem as lembranças.
Falta que tem de encontrar outro lar.
Falta que me faz tropeçar e amargar.
A luz que me deixa cega
Faz meus joelhos se dobrarem.
Paralisia.
Posição de humilhação;
Posição de redenção.
Chega de manuais,
De horas marcadas,
De previsibilidade,
De saber.
Não entender.
Viver
A autenticidade que falta.
Viver
A liberdade dada.
Falta, falta, falta.
Pele, pele, pele.
Troca a pele.
Falta some.
Não falta.
Não pele.
Trocando de pele.
Poesia em 5 min (qualquer um é capaz de escrever)
Desde que um sapo entrou em minha vida meu arrebol mudou de cor. A porta que sempre esteve aberta se fechou e o abismo que era intenso se multiplicou. Meu tênis não pode mais falar e minha canela não para de sangrar como a cachoeira da minha vida que não deixa de jorrar lamentos inquietantes. Porém, um mamão me disse que a discórdia não pode mais andar sem a lua para a iluminar assim como o breu não pode existir sem uma alma para lhe abraçar. O dilúvio é tão triste que traz os mortos à beira-mar e a catedral não mais existe sem um rumo à prosperar. Meu Deus, ainda assim, sofro em permitir que a densidade dos caules, a me rodiar, me sufoquem com seus olhos cor-de-mel me levando a proferir palavras de contentamento ao meu ego inflamável. Então, queime meu instinto protelador ou junte-se ao meu mundo incoerente e sem pudor.
Caroline Botelho e Viviane Botelho
[Porque as férias são feitas de coisas boas e bobas ;)]
Caroline Botelho e Viviane Botelho
[Porque as férias são feitas de coisas boas e bobas ;)]
6 de novembro de 2009
Não importa
Não importa o quanto Te desprezem.
Não importa o quanto envergonhem o Teu nome.
Não importa o quanto a minha carne peça pelo pecado.
Não importa tudo o que já fiz antes de me deparar com a Tua graça.
Para onde irei, se só Tu tens palavras de vida eterna?
.
Não importa o quanto envergonhem o Teu nome.
Não importa o quanto a minha carne peça pelo pecado.
Não importa tudo o que já fiz antes de me deparar com a Tua graça.
Para onde irei, se só Tu tens palavras de vida eterna?
.
8 de julho de 2009
Futuro do Pretérito
Quero parar.
Parar pra pensar,
Parar pra viver.
Parar de viver como um robô.
Parar de esquecer as coisas mais importantes.
Parar, cantar, dançar.
Quero viver uma vida,
Que não está diante dos meus olhos.
Quero sonhar um futuro,
Que não se pode enxergar com esses olhos.
Quero olhar para o verde, para azul, para o sol.
Não quero olhar para essas criaturas
Cheias de letras, formas e páginas.
Quero olhar para África, Turquia e Somália.
Quero que meus olhos brilhem por uma cruz;
Não por um bolo de notas verdinhas.
Queria que o tempo desse sonho chegasse.
Mas ainda preciso suportar esse mundo tão culto,
Tão hipócrita, tão vazio.
Mas que precisa do meu sonho e da cruz.
Parar pra pensar,
Parar pra viver.
Parar de viver como um robô.
Parar de esquecer as coisas mais importantes.
Parar, cantar, dançar.
Quero viver uma vida,
Que não está diante dos meus olhos.
Quero sonhar um futuro,
Que não se pode enxergar com esses olhos.
Quero olhar para o verde, para azul, para o sol.
Não quero olhar para essas criaturas
Cheias de letras, formas e páginas.
Quero olhar para África, Turquia e Somália.
Quero que meus olhos brilhem por uma cruz;
Não por um bolo de notas verdinhas.
Queria que o tempo desse sonho chegasse.
Mas ainda preciso suportar esse mundo tão culto,
Tão hipócrita, tão vazio.
Mas que precisa do meu sonho e da cruz.
7 de junho de 2009
1/5 de século
Deitar num banco com a cabeça sobre a mochila
E observar a beleza da natureza.
Folhas verdes, vivas
Com algumas manchas amareladas
Pelos raios de sol que a cortam.
Folhas que tem como plano de fundo
Um céu lindo, lindo
E azul, azul.

A brisa invade o ambiente
E faz as a árvores dançarem.
Debaixo desse tapete verde e dançante,
Aparecem formigas.
Ah! As formigas!
Pretinhas e minúsculas.
Percebi como é agradável
Senti-las andando pelo corpo.


E observar a beleza da natureza.
Folhas verdes, vivas
Com algumas manchas amareladas
Pelos raios de sol que a cortam.
Folhas que tem como plano de fundo
Um céu lindo, lindo
E azul, azul.
A brisa invade o ambiente
E faz as a árvores dançarem.
Debaixo desse tapete verde e dançante,
Aparecem formigas.
Ah! As formigas!
Pretinhas e minúsculas.
Percebi como é agradável
Senti-las andando pelo corpo.
O céu escurece.
O relógio corre.
Mas o melhor
É que tem Quebra Gelo Metro,
Sexta, à noite.
Ver amigos queridos,
Dar abraços,
Ser abraçada.
Que alegria estar com eles!

No sábado, a festa continua
E amigos super especiais
Nos preparam uma linda festa!
As risadas e batuques
São a trilha sonora do dia.
Como é bom observar cada rosto,
Na hora do parabéns.
E na hora de soprar a velinha,
Lá se vai mais um ano.
7300 dias,
20 anos,
1/5 de século.
O relógio corre.
Mas o melhor
É que tem Quebra Gelo Metro,
Sexta, à noite.
Ver amigos queridos,
Dar abraços,
Ser abraçada.
Que alegria estar com eles!
No sábado, a festa continua
E amigos super especiais
Nos preparam uma linda festa!
As risadas e batuques
São a trilha sonora do dia.
Como é bom observar cada rosto,
Na hora do parabéns.
E na hora de soprar a velinha,
Lá se vai mais um ano.
7300 dias,
20 anos,
1/5 de século.
Obrigada Deus, pelo dom da vida!
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